Dedicado a Michelle Larcher de Brito, tenista portuguesa nascida em Lisboa a 29 de Janeiro de 1993
Michelle Larcher de Brito perdeu com a polaca Urszula Radwanska, por 4-6, 6-2, 6-4, na 1ª ronda do quadro principal do BNP Paribas Open (Premier Mandatory). A portuguesa fez 14 duplas-faltas e 5 breaks. A jovem polaca fez 5 ases, 3 duplas-faltas e quebrou o serviço a Michelle por 7 vezes. Depois de vencer o 1ª set, teve oportunidade de fazer o 3-2 no 2º mas acabou por o perder. No último set fez 2-0, mas depressa se viu a perder por 3-5. Ainda fez o 4-5 mas acabou por sucumbir no seu jogo de serviço. Nos três encontros que disputou, em dias seguidos, esteve mais de 6 horas em campo. Para quem não competia à mais de um mês talvez tenha acusado um natural cansaço.
Peço desculpa estar a meter-me mas a michelle já está no quadro de qualificação há que tempos. Ela está no 45º lugar dos alternates e o quadro de qualificaçaõ engloba 48 jogadoras. Portanto acho que não estou errado ao dizer que ela já está lá. Peço que me corrijam se estiver errado sff.
São atribuídos 6 convites para a qualificação, por isso só 42 são aceites diretamente.
De Miguel Nogueira a 15 de Março de 2009 às 08:00
Já repararam que a Radwanska, logo após ter eliminado a nossa Michelle, eliminou a Kuznetsova (actual nº8) também em 3 sets mas com uma diferença global de jogos superior?!
Já anteriormente tive oportunidade de cumprimentar o Feliciano por manter este blog, e depois de ler todos os comentários que têm sido escritos fico com a agradável sensação de que todos nós desejamos com imensa força um futuro desportivo (e pessoal, se me permitem) brilhante, com muita felicidade e um bocadinho de sorte, que ajuda sempre.
Continua, Michelle, que vamos todos torcendo por ti, nos bons momentos, e também nos menos bons, obviamente.
Foi anunciada a atribuição de convites para o QP de Miami a Sania Mirza, Jill Craybas e Jelena Dokic, que se encontravam no quadro de qualificação. Com a atribuíção destes convites, Michelle já deve estar na qualificação. Vamos aguardar pela confirmação.
De Hugo Fernandes a 15 de Março de 2009 às 12:49
Como a Michelle tava 3 lugares fora do qualie, com a atribuição desses WCs ja garantiu entrada no qualifying.
Afinal a noticia não referia que eram WC para o quadro principal, mas sim que tinham sido aceites na qualificação. As minhas desculpas.
De Pedro Pereira a 14 de Março de 2009 às 00:20
Que discussão acesa...
Alguém sabe se a michelle tem wc para o QP de miami?Ou terá de jogar qualificação?
Boa sorte para o próximo torneio,que tens bastantes pontos a defender
cumprimentos
Michelle está inscrita em Miami e há alguns dias estava a aproximadamente três lugares da qualificação. Devido às regras da WTA se entrar directamente ou no QP ou na Q, este torneio não conta para os 12 que pode disputar com 16 anos, por causa das regras da idade. Por isso o objectivo é entrar, neste caso pela Q. Se tiver WC então o torneio já contará para esses tais 12 torneios. Só em último caso poderá ou não recorrer ao WC. Mas como ainda faltam alguns dias e podem haver desistências e WC para tenistas que estejam à sua frente na lista da Q, é de prever que entre pela Q.
Quanto à discussão acesa não passou disso mesmo. Serviu para clarificar o espírito do blog e acabou tudo em bem.
Sobre o último comentário do José F. Palma: Conheço pessoalmente a Michelle, a sua família e o seu agente e com este estou permanentemente em contato. Assisti em, penso, Outubro último a uma conferência de imprensa no hotel Tivoli, onde Michelle demonstrou uma maturidade e à vontade perante os jornalistas que demonstram que tem uma maturidade e personalidade muito acima da idade que tinha à altura. Quer isto dizer que está preparada para o que se diz dela, bem ou mal, seja neste blog, que ela conhece perfeitamente, ou noutra qualquer imprensa.
De Jose F. Palma a 14 de Março de 2009 às 01:25
Feliciano:
Fico muito agradado por saber que este blog é conduzido por alguém que conhece e tem uma via de contacto com a Michelle. É uma garantia que aquilo que aqui deixa escrito está por certo bem fundamentado. E claro, é muito estimulante saber que ela visita este blog.
Espero também não ter deixado escrito muitos disparates sobre a Michelle e o seu modo de jogar. Se assim for humildemente peço desculpa a si e à Michelle.
Obrigado por manter este blog.
A Michelle merece os aplausos de todos nós, pois ninguém conseguiu aquilo que ela conseguiu. Se ela não nos tivesse habituado a ganhar nós nunca estariamos à espera de muitas vitórias. Alguma vez a Neuza ou a Frederica ganhariam à Radwznska. Não! Aliás, tentariam sobreviver para nao levarem um duplo 6-0. Este blog é de apoio à Michelle e não contra!
De Carlos Almeida Santos a 13 de Março de 2009 às 22:13
Continuo a achar que o único ponto fraco da Michelle é o serviço .
E é uma pena, pois se assim não fosse estaria a muito curto prazo entre as melhores do mundo - e não me estou a referir ao grupo das 100 melhores, mas bastante mais acima .
O número de duplas faltas é brutal e os ases são quase inexistentes .
Não estou a criticar mas apenas a referir um facto que é uma evidência .
E não estou num plano de mera crítica, tanto mais que eu sou um fã incondicional da Michelle , da qual já há quatro anos falava, quando muito poucos o faziam .
Carlos Almeida Santos
Vi o seu primeiro comentário e não ia responder, mas depois de ver este não resisti e aqui vai. Michelle ainda anda, como se diz, na escola. Tem pouco mais de 50 jogos no circuito profissional e apenas pode participar num número limitado de torneios o que lhe limita uma possível progressão. Michelle já disse em entrevistas, e eu concordo, que se não fosse esta regra já estava desde o ano passado no top 100. Curiosamente em encontros com jogadoras do top 20 e 50, em 2008, cometeu muito memos faltas que neste início de temporada. A explicação poderá estar em novas técnicas de serviço que provávelmente andará a treinar com o intuito de o melhorar. Para isso terá de arriscar e ficar assim mais sujeita ao erro, mas só assim poderá evoluir se quiser ser uma jogadora de top. Não pode ser uma jogadora de defesa mas sim de ataque, mesmo que isso lhe custe algumas derrotas. O essencial é ir entrando nos torneios mais importantes, como GS ou PM, quer seja através da qualificação ou aproveitando os convites limitados de que dispõe, para assim poder defrontar as melhores e aprender com elas, mesmo perdendo. Diz que é fã de Michelle, mas curiosamente só aqui vi comentários a criticar, quando Michelle precisa de apoio. Quando ela ganhou porque é que não lhe deu os parabéns, como muitos outros, aqui e noutros lados,o fizeram?
De Carlos Almeida Santos a 13 de Março de 2009 às 23:00
Permita-me que lhe diga, Feliciano, que está redondamente enganado a meu respeito .
Quando falo no ponto fraco da Michelle só pretendo que ela melhore .
O treino do serviço tem que ser super prioritário para ela. Pois só isso lhe falta para ser, daqui a dois ou três anos, a melhor das melhores .
Acresce que o seu site não é o único, pelo que não lhe é legítimo concluir que, por não ter escrito antes nele, nunca vibrei e aplaudi os êxitos da Michelle .
Escrevi noutros sítios, vibrando, por exemplo, quando a Michelle foi mais jovem que a Sharapova a vencer um torneio .
E também - outro exemplo - há mais de dois anos que salientei o futuro de dois jovens tenistas : o Vasco Mensurado e principalmente a Patrícia Martins .
Agora todos falam dela, mas há dois anos eram bastante menos .
Carlos Almeida Santos
Touché. Peço desculpa se o incomodei com a última parte do comentário. O essencial é apoiarmos a Michelle. Quanto ao que ela tem que fazer para evoluir ela sabe-o bem, assim como as pessoas que acompanham a sua carreira. Mas só com o treino e essencialmente a competição isso será possível.
De Carlos Almeida Santos a 13 de Março de 2009 às 23:40
Tudo bem, Feliciano .
Estamos perfeitamente entendidos .
É por gostar tanto da Michelle que quero sempre mais e mais .
E como as potencialidades são de primeiríssima água só é preciso mais um esforço - e esse é no serviço .
Com essa lacuna resolvida teremos alegrias atrás de alegrias .
Carlos Almeida Santos
De José F. Palma a 14 de Março de 2009 às 00:12
Em face do que estou lendo neste blog nestes últimos minutos queria apenas chamar a atenção para dois ou três pontos:
1 - Não pretendo fazer juízos sobre pessoas que não conheço, mas parece-me absolutamente absurda esta discussão sobre quem gosta mais ou menos e segue há mais ou menos tempo a carreira da Michelle. Pela minha parte confesso que desde há menos de um ano. O unico campeonato que nos interessa é o da Michelle. Pensem que afinal até nem nos conhecemos uns aos outros… Suponham ainda que a Michelle acedia a este blog. Certamente iria ficar bem desiludida com o teor deste tipo de comentários.
2 - Parece-me ainda que é de evitar nesta fase da vida desportiva da Michelle comentários que pequem por ser demasiado optimistas após mais uma vitória ou demasiado pessimistas após uma derrota, sejam quais forem as circunstâncias em que ocorram. Manda o bom-senso proceder assim porque daquilo que é a vida desportiva da Michelle em boa verdade quase nada sabemos. Que ela tem dificuldades com o serviço todos o sabemos. Também ela, porque já o afirmou. Também o Bollettieri, que aliás acrescentou a esse ponto fraco do jogo da Michelle ainda mais outros quatro. E também cinco qualidades. E a julgar pelo facto de a Michelle ser cabeça de cartaz na promoção publicitária da Academia eles parecem não ter dúvidas nenhumas sobre o futuro da Michelle...
3 - Convido todos a lerem o muito material escrito, vídeo e áudio que existe na net sobre a Michelle. É uma excelente forma de ficar a conhecer melhor quem ela é, como joga e quais as suas ideias. É fácil porque a Michelle, devido ao seu carácter são e franco é um livro aberto. Têm ainda a oportunidade de expressar as vossas opiniões e, porque não preocupações, no blog do Nick Bollettieri. Com muita frequência eles respondem às questões que são colocadas. Ainda hoje coloquei, tal como fiz neste blog, algumas preocupações sobre o serviço e as duplas-faltas cometidas pela Michelle. A resposta foi obviamente polida e simples: a Michelle está a treinar arduamente o seu serviço, tal como muitos outros aspectos do seu jogo que estão sendo aperfeiçoados desde há muito tempo e vão continuar a sê-lo. E claro, chamou a atenção para que a Michelle tem apenas 16 anos e que o seu jogo tem muitos aspectos positivos que devem ser apreciados. Penso ainda que será bastante provável que a Michelle aceda a este blog para ver o que aí aparece escrito. Aproveitem se quiserem e puderem.
Já gastei demasiadas linhas neste blog e por isso fico por aqui. Peço desculpa a todos por alguma coisa e em especial ao Feliciano se excedi um pouco as minhas legítimas competências. Obrigado.
P.S.: Depois de ver os últimos comentários julgo que estamos a entrar no caminho certo.
De José F. Palma a 13 de Março de 2009 às 01:14
Algumas reflexões depois da participação da nossa Michelle em Indiana Wells.
Independentemente do número total de serviços nas três partidas disputadas, 35 duplas-faltas em outros tantos jogos de serviço é um grande handicap. Isto significa que a Michelle para ganhar um set necessitou normalmente de quebrar o serviço da adversária pelo menos duas vezes (no último set do jogo contra a polaca nem isso chegou). É uma tarefa hercúlea, que realça a qualidade do jogo seu quando se trata de responder ao serviço e quando é bola cá, bola lá. Isto contra jogadoras de nível importante. Penso que fica bem á vista a indomável determinação e coragem da nossa Michelle. Mas isso já nós sabemos que ela é assim!!!. Seria certamente muito mais fácil estar a disputar uns torneios ITF, marcando muitos pontos, subindo no ranking, como fizeram muitas jogadoras proeminentes no início das suas carreiras. Conscientemente, o caminho escolhido por ela foi o seguido pela maioria das grandes jogadoras: o mais duro e difícil. Jogando contra as melhores. Assim cada vitória tem ainda mais valor e é certamente um passo seguro em frente, até porque agora todas as adversárias já a conhecem (e conhecem todas as suas muitas qualidades e alguns defeitos) e querem derrotar a futura “nº 1”. E é melhor tentarem fazê-lo agora porque daqui a alguns anos será muito mais difícil!!!
Não podemos por as expectativas demasiado altas ou ter demasiada pressa. Por certo não pensam que estão mais ansiosos do que a Michelle para que apareça o tal “grande resultado”? Cada jogadora é um caso e a Michelle tem 16 anos. Não é apropriado compará-la com jogadoras muito precoces como a Graf, a Seles, a Hingis ou a Sharapova porque logo à partida estas tinham uma envergadura e capacidade física superiores, capaz de gerar bons jogos de serviço. A Justine Henin, que tem uma envergadura física semelhante à da Michelle, só aos 17 anos começou a aparecer nos torneios WTA e chegou aonde chegou. Com essa idade a Hingis já tinha ganho os seus primeiros "grand-slam". A precocidade e maturidade que a Michelle tem mostrado já são um facto extraordinário que nos deve encher de satisfação. Temos que ter calma, porque com a vontade da Michelle e com o treino que lhe está certamente a ser proporcionado o seu serviço irá melhorar. Como ajuizadamente diz a Michelle: “um passo de cada vez”. Alguém duvida que a vida de todos nós é assim?
De Alberto a 12 de Março de 2009 às 23:17
Pois... Esta derrota não foi derivada do cansaço... 14 duplas-faltas são praticamente 4 jogos de serviço oferecidos à adversária. No dia em que a Michelle fizer 1 ou 2 duplas por encontro, não vai precisar de estar em campo muito tempo!
Eu não disse no post que a derrota foi derivada do cansaço, até porque não vi o encontro. Quanto às duplas-faltas e quem acompanhou o live score deve ter reparado que o segundo jogo do primeiro set foi pelo menos dez vezes às vantagens e Michelle fez nesse jogo quase 30 serviços e 5 duplas-faltas, contando com segundos serviços. Acabou por perder o jogo mas ganhou o set. No segundo set houve dois jogos onde fez 2 duplas-faltas. Perdeu um e ganhou o outro. No último set só fez uma dupla-falta e perdeu. Portanto atribuir a sua derrota só às duplas faltas não me parece lógico. É claro que teve uma baixa percentagem de 1ªs serviços e aí sim poderá haver alguma justificação. Não podemos esquecer que do outro lado estava uma jovem muito promissora, que inclusivamente este ano já ganhou à sua irmã, actualmente no top 10 e que se aproxima a passo largos do top 100. Mesmo assim Michelle fez um encotnro equilibrado e deu bastante luta. Se com 16 anos não tem margem de progressão então quem terá?
De Carlos Almeida Santos a 12 de Março de 2009 às 22:06
A Michelle, que tem um ENORME potencial em jogo jogado, dificilmente atingirá a posição que tal potencial justifica ( entre as primeiras 30 ou 50 do ranking ) enquanto não melhorar imenso o seu PÉSSIMO serviço .
É uma pena !
Carlos Almeida Santos
De
leo a 12 de Março de 2009 às 22:48
A MICHELLE TEM DAR ALEGRIA A PORTUGAL MAS PARA ISSO TEM DE MELHORAR O SEU JOGO DE SERVIçO . FORCA E ATé AO PROXIMO JOGO. JA TENS MUITOS Fàs agora so falta tu nos levar muita alegria. FORCA FORCA
De Jose F. Palma a 13 de Março de 2009 às 18:27
Ainda algumas ideias sobre o serviço da Michelle.
Sem ver os jogos tudo o que se disser é pura especulação. No entanto, observando as imagens de alguns dos seus jogos (em Hong-Kong e contra a Kuznetsova) é fácil perceber que o seu serviço, em comparação com as melhores jogadoras, carece da potência e colocação que leva à obtenção de “ases” (olhem as velocidade do serviço que por vezes aparecem nas imagens do jogo contra a russa: são menos 20-25 km/h). Por vezes serve bem, com intensidade e profundidade, mas também às vezes serve fraco e curto, o que a coloca numa posição de ponto quase perdido, situação da qual muitas vezes se safa à custa da sua prodigiosa capacidade de ir buscar bolas aparentemente impossíveis de recuperar. Face a este problema a Michelle tem duas opções: serve com pouca intensidade, faz poucas duplas-faltas mas terá sempre dificuldade em marcar pontos no seu serviço ou serve com a máxima intensidade por enquanto ao seu alcance mas arrisca-se a cometer muitas duplas-faltas. É um dilema complicado. Parece-me que a Michelle opta quase sempre pela segunda hipótese porque, provavelmente, é a que lhe garante melhores resultados, apesar de tudo. Veja-se o que se passou no jogo contra a Radwanska: como o Feliciano fez notar, a partir de determinada altura, talvez ainda no 2º set, a Michelle deixou de cometer duplas-faltas. Nem por isso passou a ganhar os seus jogos de serviço com mais facilidade, antes pelo contrário. Não me surpreende que a partir de determinada altura do jogo, face ao grande número de duplas-faltas já acumulado, a Michelle tenha prudentemente optado por um serviço menos intenso mas mais seguro. Uma opção compreensível mas que infelizmente não produziu melhores resultados. Mérito também da polaca. Enfim, isto são suposições de quem muito pouco sabe da técnica e dos meandros deste jogo bem difícil. Contudo a própria Michelle afirma numa entrevista que o seu 2º serviço é muito semelhante em intensidade (velocidade) ao primeiro. Se observarem a estatística de alguns jogos e fazendo algumas contas nota-se que a percentagem de sucesso no 2º serviço é muito semelhante à do 1º e não superior, como seria de esperar. O resto são (as por vezes muitas) duplas-faltas. Assim se vê o quanto a Michelle tem de arriscar para jogar de forma competitiva contra adversárias fisicamente muito mais fortes e, claro, também com um bom ténis. Bravo Michelle!!!
Eu não sei avaliar se o problema da Michelle no serviço é apenas uma questão de força ou também de gesto. Pode ser que alguém mais entendido o consiga explicar a todos nós. O que eu sei é que a Michelle tem 16 anos. Fisicamente ainda está a crescer e o seu serviço irá também continuar a evoluir. E mais, não é preciso ter o melhor serviço do mundo para se ser uma jogadora de topo. Pelo contrário, as jogadoras que não têm um ténis muito bom é que necessitam ter um super-serviço. E esse não é, nem por sombras, o caso da nossa Michelle.
É portanto conveniente rotular com cuidado qualquer um dos aspectos do jogo da Michelle, seja ele qual for. Vamos com calma e dar tempo ao tempo.
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